Editorial
Perdoe-me governador em usar este título, veio somar-se com a questão levantada pelo Carlinhos Costabeber que Santa Maria está empobrecendo e quero expor minha opinião neste espaço. 1- É necessário acabarmos com a cultura do negativismo e construir tudo em cima do que é bom, precisamos conquistar e manter em cada um a auto estima positiva. 2- Dialogar mais e sermos humildes não querendo ocupar espaço apenas para conquistar poderes, além de ouvir as pessoas e somar ao invés de dividir. 3- As entidades que são potentes e respeitadas e lideram devem ser mais unidas, ouvir as opiniões de todos e formar frentes já que estão ali porque querem e ninguém obrigou a assumir qualquer cargo, são voluntários. É necessário construir uma pauta positiva a longo prazo com bases e iniciativas. 4- A iniciativa privada planeja, executa e cumpre os prazos, são tantos bons exemplos como o aeroporto da capital, por que não pode ser assim? Planejar esquecendo o poder público, ele não tem dinheiro e só carrega a burocracia consigo, além dos empecilhos para fazer andar. O setor empresarial tem como buscar alternativas para que nossa cidade mude urgentemente o patamar existente. 5- Quando aqui cheguei estava em andamento o Hotel Itaimbé com dezenas de empresários focados neste objetivo, estão lembrados? Altos e baixos e o hotel lá esta, pelo o que sei conseguiram construir naquele local que naquela época aparentemente não poderia. O importante é que a obra saiu e este grupo focou-se no distrito industrial para sua implantação, cada um cuidava seu lado, mas todos se uniam e dialogavam para atingir os objetivos. 6- Não conseguimos nem dialogar independente de siglas partidárias para unirmos esforços e elegermos no mínimo 4 deputados estaduais da região, em cada eleição é uma divisão de votos, hoje temos 2 deputados na assembleia e um federal, faltou diálogo para superar a crise política. Acompanhe como serão as eleições municipais, já tem 10 candidatos que nem querem o cargo, abrem a porta para o emprego futuro e apoiam o que vão vencer, não se avalia competência e sim negociatas. 7- Contabilizem comigo o que representa a educação para o Brasil com os militares aqui sediados, potente comércio e fontes do turismo, tudo passa despercebido pela falta do diálogo, entendimento e ganância para ser o líder. Precisamos dar um basta e acompanharmos a evolução tecnológica para que a cidade se transforme 8- O que podemos esperar daqui para a frente, a prefeitura sem recursos dependendo de empréstimos e daqui a pouco tem as eleições desviando as atenções com as negociatas para acomodar os aliados. 9- Aproveite a tecnologia existe para tantos talentos por aqui preparados e acabam indo embora. Há pouco o técnico Tiago Nunes que não teve êxito no esporte local e tem grande êxito em Curitiba, isso demonstra falta de entendimento e apoio no esporte profissional. 10- Não é o decálogo do advogado nem os mandamentos da lei divina, é apenas uma síntese em minha pobre visão que a cidade não pode ser assim. O poder aquisitivo reduziu pela perca do ganho do funcionalismo público, a criação de cursos superiores em pequenas cidades e como diz o Carlinhos, a cidade está empobrecendo, vão deixar ficar assim? CACISM, CDL, SINDILOJAS, SINDUSCOM, AHTURR e tantas outras entidades, elejam um líder que trabalhe em conjunto para o primeiro passo com a prefeitura moralizando o comércio para valorizar o estabelecido e conseguindo locais para o informal da via pública, daqui a pouco não se caminha mais nas calçadas. Buscar o diálogo fortalece a amizade e rende bons negócios.