Editorial
São dois meses de cautela diferente do ano passado, lá só tínhamos as festas juninas por aqui são as festas coloniais. Os almoços dominicais nas comunidades, em algumas cidades grandes eventos como a Fenadoce, e a região da serra que sempre tem um motivo para lá comparecer. Mas a partir de agora as atenções dos brasileiros estão voltadas para a Rússia, nem tanto para assistir os jogos, alguns nem acompanham, mas sim para ter o benefício da folga do trabalho, principalmente no setor público que até o expediente foi adequado para prestigiar o esporte. No Norte e Nordeste onde as festas de São João tomam conta, até o Congresso Nacional, neste mês em “recesso branco”, para que os parlamentares possam ir às suas bases comemorar essa data. No próximo mês será um período de negociações políticas, em que os partidos devem indicar seus representantes vão escolher pela ética, pelo trabalho, ou pela sua popularidade de votos? Imaginem as negociatas que acontecerão nesta reta final em que aqueles sabedores que não serão eleitos, mas eles vão ajudar cedendo espaço ou já negociando um cargo se eleito for. Com isso em Julho é o recesso parlamentar, o preparo da campanha eleitoral, dois meses de trégua de trabalho, de investimentos, vivemos atualmente ainda a ressaca da greve dos caminhoneiros que assustou o Brasil mostrando o quanto eles são capazes, até então eram desconsiderados. Nós convivemos com o surto de toxoplasmose em que não vem a público as causas talvez por não ter o governo um projeto preventivo ou medicamentos para combater este mal. Com isso resumimos em poucas palavras o restante de Junho e o próximo mês, trabalhe ou não da mesma forma a produção o setor empresarial tem que cumprir o seu dever, pagar seus compromissos para manter a credibilidade. Festas, jogos da copa, eleições, possíveis férias estão a nossa frente. Mas nenhum gestor público busca alternativa para adiar o pagamento dos encargos e compromissos de cada empregador, o governo que mantem o caixa único quer receber no dia certo, só direitos, pois paga quando e como pode. Assim ele procede na logística num todo no estado brasileiro, será que as eleições de outubro terão o apoio financeiro do setor empresarial a moda das eleições passadas? Pelas redes sociais, pela imprensa o eleitor deve estar atento, o mais grave recentemente o STF julgou que não é necessário imprimir o voto do eleitor, em outras palavras qual a sua conclusão dessa decisão? O voto impresso é uma prova, faça sua leitura com profundidade, e a forma de votar. Assim sendo, qual caminho vamos buscar para reconstruir o estado brasileiro, com uma ampla reforma fiscal tão necessária em que um parlamentar gaúcho vem trabalhando nesse sentido, mas sozinho contra os aliados nada conseguira. E assim estaremos informados através da mídia do que se passa na República Brasileira, e qual o dia que não são revelados fatos novos e novos corruptos, nunca esquecem a bandeira da defesa, negando sempre. Enquanto isso valorizem a Copa que para nós é um prazer e ilusão, agora o custo do Brasil, que a mesma poderosa Fifa na certa os países tem que abrir a mão financeiramente. E os jogadores que são aplaudidos pelo que fazem, recebem justamente pelo trabalho que desenvolvem. O setor empresarial, o empreendedor deve estar permanentemente se reinventando para manter a empresa moderna em plena atividade. Convido os amigos católicos quem puder segunda-feira às 9h no Santuário da Medianeira para a celebração e pedir a Padroeira do Estado a sua intercessão para que os homens públicos, os dirigentes encontrem o caminho certo e do bem, para dar a cada um de nós, o direito previsto na Constituição, e por aqui quem for a festas juninas cuidado com os fogos de artifício e as fogueiras.