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Santa Maria, Quinta-Feira, 20 de Setembro de 2018 - Ano XIX - Edição 1240 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1240 GASTRONOMIA 20 de Setembro de 2018
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Feira da Primavera

Gastronomia: feira primavera arquidiocese
[ Foto sobre FEIRA DA PRIMAVERA ]
Arquivo: Material publicado na Edição 1240 do Jornal A Cidade.

A Arquidiocese local por meio do Banco da Esperança e do Projeto Esperança/Cooesperança promove nesse sábado, 15, a 43ª Feira da Primavera, no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter (Rua Heitor Campos s/n0). A organização da feira lembra a finalidade da promoção, criada por Dom Ivo Lorscheiter, a fim de integrar as paróquias da Arquidiocese, sendo o resultado aplicado na manutenção dos projetos sociais do Banco da Esperança.Por outro lado, além da interação entre as comunidades, trata-se de uma oportunidade para adquirir produtos de qualidade, bem como valorizar a produção da agricultura familiar, envolvida e coordenada pelo Projeto Esperança/Cooeperança. Vale recordar,conforme a direção do Banco da Esperança, que a feira sofreu várias mudanças ao longo das edições. Hoje, possui parceiros como o Banco da Esperança e o Brique da Vila Belga. Programação: 7h – Início da comercialização; 9h – abertura oficial; 10h – inicio da programação artística; 11h30min. - almoço. À tarde: Continuação da programação artística, sorteio da Ação entre amigos, comercialização; 18h – Encerramento. É importante salientar que o banco da esperança assumiu a feira pela sua estrutura na Rua General Osório, bem como as centenas de produtores não só de Santa Maria, mas da região central que todos os sábados diretor do produtor ao consumidor produtos com qualidade. E a Feira da Primavera soma-se aos feirantes produtores de outras cidades que anualmente trazem sua produção nesta feira, é o momento de prestigiar, valorizar o trabalho que cada um integra esse setor empreendedor, valorizando a produção do interior. E quantos filhos de produtores mesmo estudando em Santa Maria, permanecem no interior junto aos familiares, é bom constatar o crescimento, pois o comércio semanal produz receita a que planta e vende, e não só esperar as safras principais. COM FOTO – De Pinhal Grande o produtor de feijão. COM FOTO – Almir, cultiva flores e plantas e comercializa.

Publicado originalmente na Edição 1240 · 20 de Setembro de 2018
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