Editorial
É a revolução tecnológica, falta de diálogo entre as pessoas, bom senso e ações conjuntas para resolver os problemas, porém o principal ainda é como característica sempre carregarmos a humildade. • Ela só existe quando uma das partes precisa de um favor ou apoio, aí vem mansinho e delicado, pode esperar que um pedido vem, até para ser fiador. Passado isso muitas vezes até em passar pela rua finge que não conhece. • A humildade é ser compreensivo e saber ouvir a outra parte, avaliando sempre os conhecimentos e a bagagem de vida que se soma entre as partes, desta conversa tirar proveito com cautela e acima de tudo atingir os objetivos que pretende. • As sugestões, não importa a ordem ou fatores sempre devem ser acatadas, pessoas que carregam humildade e bom senso sempre ouvem e dão retorno, muitas vezes aproveitando os ensinamentos. • A humildade é ser parceiro, não só por interesse e sim pelo apoio moral, material e que corresponda e seja útil para ambas as partes. • Ela existe para que os assuntos pautados sejam resolvidos e concluídos, sempre na prioridade do diálogo e bom entendimento. • A humildade também vem respaldada para solucionar problemas que todos nós nos deparamos a todos os instantes e precisamos buscar soluções, muitas vezes com agressividade, desabafo ou quase vias de fato, o que não resolve nada. A maior arma é uma boa conversa e ouvir e falar também. • Com a humildade é possível criar e fortalecer a amizade e junto buscar a conscientização dos compromissos e deveres, não só direitos de cada um. • A humildade também tem por princípio básico valorizar o semelhante, não importando idade, posição social ou cargo que ocupa. Ambas as partes devem reconhecer em si que um precisa do outro. • A humildade transforma as pessoas, desde que elas tenham o aceite e nessa transformação de quem carrega consigo a conscientização poderão nascer bons frutos, uma semente que poderá germinar para contentar o ciclo que vivemos. • Aquela humildade que alguns políticos demonstram só funciona em época eleitoral, aquele cidadão que nunca se aproximou e repentinamente aparece geralmente quer atingir seus objetivos, por isso essa síntese é para memorizarmos e construirmos um caminho sólido e produtivo. Nunca tentar levar vantagem de forma alguma e ter fé e preexistência no que pretende fazer ou ser, não pelo jeitinho brasileiro e sim pelo trabalho digno realizado por cada um, este produz e constrói trazendo a felicidade, tudo se consegue pelo fruto do que se faz, preste o bem que a recompensa virá, mesmo que tarde. Quantos exemplos encontramos em nossa trajetória e nossa vida de pessoas que cuidam o seu lado e sempre encontram tempo para participar da comunidade e das ações sociais, isso é fruto de sua humildade sem ódio, inveja e vaidade, são pessoas que vivem felizes. Cada tópico deste editorial neste final de agosto dá para refletir, principalmente sobre o comportamento de alguns que nos representam e o desempenho de sua nobre missão, como é fácil gastar dinheiro público quando não se sabe a dificuldade do trabalho para produzir receita. Bem-vinda a semana da pátria e o setembro da primavera.