Bellavista supermercado
Mais de 20 anos de estabelecimento na Avenida João Luiz Pozzobon, mas o Vicente começou como feirante e produtor aprendeu e organizou-se para hoje juntamente com a Elizete, Roberto e a equipe qualificada em todos os setores fazem com que o cliente sinta-se em casa, sempre um dos três está no estabelecimento para resolver as questões. Os consumidores habituados a comprar estão solidários com o que aconteceu recentemente e pelo o que pesquisamos nos órgãos públicos não é tão fácil e é alto o custo para legalizar uma agroindústria familiar, mesmo tendo órgãos públicos que orientam e encaminham os pedidos. A segurança alimentar e a fiscalização são de suma importância em alguns segmentos pelo jeitinho brasileiro, porém deveriam orientar antes, principalmente aquele estabelecimento que está dentro das normas legais, a rede de mercados e feiras da cidade são apoiadores e acolhem o comércio da produção municipal para o consumidor com hortifruti e produtos de origem animal, inclusive ovos. Tão importante que alguns bebês só podem consumir ovos da colônia. Uma blitz deste porte como aconteceu fez seu trabalho e como diz a irmã Lourdes na rádio neste sábado das 10h ao 12h, qual foi o destino dado a este produto? Quem é o maior prejudicado? O produtor, porque o estabelecimento não vai comercializar mais se não tiver o selo da agroindústria, nem a mandioca não pode mais ser congelada. No entanto outros setores estão trabalhando a vontade e superada a fase o supermercado não parou suas atividades e segundo os diretores ele faz parte de Santa Maria, aqui nasceu e aqui permanecerá. Dentre tantas pessoas qualificadas nesta empresa o bom atendimento sempre vem da Andressa Pinheiro que é caixa junto com seus colegas e atendem a todos neste momento delicado de atender muitas vezes a grande fila no estabelecimento.