Senso IBGE
No ano passado foi feito um levantamento da real situação da produtividade no campo, constatou-se a redução de investidores no meio rural em termos familiares. Não poderia ser diferente famílias pequenas, muitas vezes os filhos não querem lá permanecer, mas contata-se as mudanças. E hoje, pela quantidade da produção de soja, milho, trigo, o agronegócio em si, o homem do interior evoluiu e acompanha a tecnologia moderna, quando poderíamos imaginar no passado em termos um trator com ar condicionado, e para utiliza-lo se faz necessárias pessoas preparadas. Se a população reduziu, mas o cultivo e o plantio aumentaram, basta vermos o fortalecimento e a expansão das cooperativas, só analisarmos aqui o Sicredi, o quanto faz pela produção e o associado. Se fosse igual o passado não teria como plantar tanto sem maquinas e sem equipamentos, o que se constata a carga burocrática e a falta de estimulo ao nosso interior, leis que são traduzidas em direitos e poucos deveres. Alguns empreendedores comemoram a tecnologia porque assim reduziram o número de empregados, tudo é feito com as máquinas, talvez maior gasto, maior produtividade e poucos incômodos. Vamos acompanhar agora as promessas de campanha quem virá para dizer que vai estimular o meio rural, e depois de passadas as eleições não tem verba. O Brasil tem tudo para deixar os brasileiros felizes, se houvesse uma gestão pública mais transparente e com menos gastos, na certa a produção seria a bandeira que além de satisfazer as necessidades ela se transformaria num caminho de exportação, como acontece hoje com produtos de origem animal. O senso veio em uma hora oportuna e mostrou a realidade do campo que poderá servir como base para os candidatos principalmente a Presidência da República. COM FOTO PRODUÇÃO DO INTERIOR