Editorial
Apenas para recordar as principais causas da Revolução Farroupilha de caráter republicano, tinha foco contra o governo imperial de Dom Pedro II, na província de São Pedro do Rio Grande do Sul ocorreu à declaração de independência da província como estado republicano. Isso ocorreu em 20 de setembro de 1835 a conhecida revolução que teve seu fim em 1º de março de 45 tendo como líderes Bento Gonçalves, General Neto e tantos outros. Vários fatores levaram os líderes a tomarem essa decisão radical, naquela época os bravos líderes entregavam a vida por uma causa, hoje entregam pela corrupção. Os fatos: Nesta edição vincularemos com maior profundidade, mas é bom sempre recordar o mais recente, de 30 até os dias atuais, a era Vargas que era criticada, seu suicídio sob acusações de corrupção generalizada, os movimentos sociais até 1964 que eram fruto dos sindicatos que pouco sugeria e menos ainda faziam ações pelo bem comum, com outro interesse na realidade. Em 1964 o movimento positivo que durou até 1985, deste ano em diante veio até os dias de hoje com muitas coisas para meditar e analisar cada cidadão que ocupou cargos importantes em nosso país, onde estamos e o que já passamos? Alguns ainda estão no topo como sempre, sem qualquer remorso com tantas pessoas padecendo no Brasil, mesmo com tanta riqueza. A própria disputa entre os poderes, ao invés de criarem leis que fortaleçam a economia o fazem buscando direitos e aumento dos próprios salários, a produção continua com as dificuldades. A situação do país se tornou preocupante, o deputado Carlos Bolsonaro deu sua opinião e não foi bem aceito, mas é bem o que ele disse, cada um deve tirar suas próprias conclusões. Um governo que se deixa envolver para conseguir manter a governabilidade dando contrapartidas aos próprios parlamentares que tem o dever de legislar pelo bem do país. Parabéns aos deputados Ostermann e Riesgo do NOVO que retiraram uma emenda de 1 milhão do orçamento do estado, além de ser imoral e anti-republicana esta emenda, é o mecanismo que estimula a compra de votos entre os parlamentares, um alívio para as contas do estado. Nosso momento político é delicado e devemos pensar, o povo tem a arma na mão e não sabe utilizar. Por que o “novo 20 de setembro”? : Não pelo modo do passado com guerra e sangue, sim por um movimento de paz, diálogo, humildade, ética e transparência, que tenhamos uma eleição onde o candidato pague a própria campanha e não dependa do dinheiro do contribuinte, que o congresso esteja ciente de todo interesse da população, e não com emendas para a região. Por isso pela riqueza que o país ostenta e pelo quanto o agronegócio acaba sustentando parte da máquina pública, os impostos que a produção paga sem ter o retorno necessário está na carência de um movimento intenso, como foram as eleições em outubro para que tenhamos mudanças neste sentido. O povo depositou esperança no atual governo que até quer acertar, o problema é o conjunto de interesses dos velhos políticos que elegeram Brasília como casa mandando a conta para o povo, trabalha sempre na eleição seguinte para manter os aliados em cargos e negociar as votações, o que mais nos falta é disciplina e hierarquia. Deve haver sintonia dentro do governo, foi justa a demissão do secretário da Receita que deveria apenas se limitar na sua função e não colocar na mídia o que criou um estrago para o governo sobre o imposto do CPMF, agiu certo o presidente em cortar o mal pela raiz. Amanhã medite sobre este editorial, você que tem bom senso e quer a prosperidade de onde vive, fortalecendo a produção com transparência e lealdade. Vamos aplaudir o gaúcho com seus símbolos que irá fazer bonito mais um ano na Avenida Medianeira, é tudo que possuímos de bom, não faltará eventos em centros de tradição gaúcha, inclusive com o churrasco de encerramento do desfile. O fator principal aqui é a cultura gaúcha com o tradicionalismo que forma a juventude e tem suas invernadas artísticas, mantendo a família unida. E vamos cantar o Hino Rio-Grandense e extrair o importante trecho “O povo que não tem virtudes acaba por ser escravo”.