Parque Jockey Clube
Toda a atividade esportiva seja qual for o segmento tem seus seguidores, o esporte das rédeas do cavalo empolgou no passado e ainda hoje traz grande número de pessoas para participar do jockey clube. As corridas de cavalo e os grandiosos prêmios atraem multidões para assistirem o jockey montado em seu cavalo, Santa Maria sempre se destacava com a maior corrida que era o prêmio cidade de Santa Maria. Ninguém mais sabe sobre essa parte esportiva que Ari Vilmar Barroso, lamentavelmente como grandes clubes sociais, por falta de associados teve um final infeliz, ou pelas mudanças que se faziam necessárias para acompanhar a tecnologia existente. O jockey no prado terminou e o destino seria um parque para atender a região oeste que é carente de espaços para lazer, iniciaram as obras e colocaram algumas pracinhas, mas quase tudo já acabou. A área lá se encontra e sabemos que o município não tem como levar a diante levando em conta a realidade atual, mas nem assim impede que os que aplaudem as corridas desanimem ou percam a esperança de um dia ver a volta do jockey clube. Por enquanto é para passeios sem iluminação e escuridão durante a noite, ainda bem que os invasores respeitam, o que encontramos atualmente lá são pessoas amantes do tradicionalismo que vão fazer treinamentos com vaca mecânica rebocada com moto. O laçador a cavalo pratica sua arte, o ideal seria a privatização do espaço para que alguém fizesse o investimento nessa área em beneficio comunitário ou daria para construir ali conjuntos habitacionais minha casa minha vida, é um desperdício de uma área desse porte. Uma construtora poderia construir um condomínio com uma estrutura para lazer necessária para quem ali residir. Recentemente veio a público que Fepagro na Boca do Monte que tem 500 hectares ou mais de uma área nobre, pelo companheirismo com o governador do estado poderia o executivo local elaborar estudos de um projeto para um Jockey Club. A ser construído e terceirizado um autódromo e um complexo esportivo pela importância da região oeste e seu crescimento, podemos estar sonhando, mas com parceria da iniciativa privada os projetos andam com agilidade. Já que a prefeitura está cogitando que o estado doe 137 hectares, tem que pedir toda a área, daqui a pouco com a duplicação até a Ulbra torna o acesso fácil, até para um grande centro de eventos. Só não podemos pensar somente nos recursos públicos, precisamos de consórcios e parceria porque a área é ideal para um futuro ao longo do tempo. Até condomínios poderiam ser feitos, é importante tentar buscar a área e não deixar invadir. COM FOTO COM FOTO