Duplicação da 287
Silêncio total da Pedro Pereira até a Base Aérea são contratos e projetos assinados sem leitura e as pressas, os espertos estão por aí. Quem viu na mídia recentemente o contrato da Fraport, empresa alemã que assumiu o aeroporto, chamou a atenção 3 linhas em que a empresa assinou o contrato e o dever de desocupar a área e não assentar as famílias, o MPF estaria cobrando 140 milhões para remover as famílias da área que será utilizada pela empresa. Percebe-se aqui o pequeno detalhe no contrato com uma repercussão sem dimensões, no entanto quem passa pela faixa nova vê que todos os dias surgem uma atividade comercial, sendo dezenas de empresa em atividade e outras desembarcando. O pioneiro foi o Park Hotel Morotin e os loteamentos lá adiante tomando o espaço, já imaginaram essa rodovia duplicada, iluminada, com pista para ciclistas e caminhadas o quanto poderia atrair o setor comercial, não é o que o Piratini informou. Inclusive ao lado da Sislimpa, que está com um projeto inovador do “Adeus ao pano e o rodo, conheça o Litespray”, está nascendo o edifício financiado pela Caixa Econômica Federal e um programa do governo federal, além de outros gigantescos prédios ali perto, mais uma vez alguém errou em não acompanhar e exigir a duplicação, pela carência de verba o estado dificilmente irá abrir mão. Santa Maria sofre por falta de pessoas visionárias para ações práticas em que devemos ter o máximo de atenção para não sermos engolidos. O prefeito municipal aproveitou o encontro na segunda-feira no Piratini e conversou com o governador, quem sabe lá por serem amigos e colegas de sigla e de projetos políticos pela frente, o executivo lembrou o governador da importância desta via. COM FOTO