Fechar e não abrir
A indústria automobilística brasileira que é a maior do mundo em termos de concessionária deveria o governo pela competência de cada montadora outorgar a elas a gestão da malha rodoviária brasileira. Temos certeza que teríamos estradas pagando pedágio e o crescimento igual a esta indústria que movimenta o país, em nossa cidade os engarrafamentos são constantes não resolve fechar canteiros pintar faixas de segurança, a frota aumentou, as venda em 2018 subiram mais de 15% e as ruas são as mesmas. Agora para contemplar a rumo exigiu como outros fatos cumprir o acordo do passado, fechar a Sete de Setembro. E por falta de bom senso do judiciário pela crise reinante uma multa considerável se a prefeitura não executar o serviço, primeiro a lei depois o povo, os prejuízos que vai causar para o comércio e para quem vai para a região Norte, a comunidade está se mobilizando com reuniões, meios para reverter a situação, quantas cidades em que o trem passa de hora em hora a cancela automática funciona muito bem. Até poderia a Rumo ou a Prefeitura colocar um guarda, já que ao lado está o posto da guarda municipal deve ter plantão permanente, deveriam ser eles para executar o serviço, hábito do maquinista acionar a buzina quando se aproxima. É uma questão de bom senso resolver o problema, vamos acompanhar, inclusive durante 24 horas por dia lá está uma viatura e um funcionário da Prefeitura para zelar pelo local. Até o fechamento da edição de ontem nenhuma solução convidativa e a comunidade da região se mobilizando diariamente reivindicando a abertura. Será que no percurso do processo na justiça a Prefeitura apresentou um projeto das cancelas com suas sinaleiras, que segundo os moradores a ferrovia é pouco utilizada. A indagação que no sábado o mato tomava conta das margens dos trilhos e na segunda-feira apareceu limpo, a empresa que limpou foi contratada pela Prefeitura ou pela Rumo?