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Santa Maria, Quinta-Feira, 3 de Janeiro de 2019 - Ano XX - Edição 1255 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1255 CIDADE 3 de Janeiro de 2019
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Imóveis públicos

Cidade: imóveis públicos imóveis
[ Foto sobre Imóveis públicos ]
Arquivo: Material publicado na Edição 1255 do Jornal A Cidade.

São aqueles que as prefeituras, o estado e governo federal recebem ou através do judiciário tornam-se proprietários, geralmente é fruto de dividas dos proprietários, sabe-se que só no município existem dezenas de imóveis que são da prefeitura, isso trava o crescimento de uma cidade. Pela lei o executivo encaminha a Camara, o imóvel com sua avaliação, muitas vezes feitas com exageros de valores, o legislativo autoriza a venda vai a leilão e não aparece ninguém. Alguns casos deste ano: o governo do estado fez os processos normais colocou a venda uma casa na Gaspar Martins onde era a residência do diretor do DAER, não apareceu comprador. Secretário Schirmer sabedor do imóvel acelerou e encerrou a polêmica do IGP e lá está funcionando. O governo do estado avaliou e lançou o leilão para vender o terreno do DAER da Avenida Medianeira, 24 milhões, não apareceu ninguém, é muito dinheiro, já que o estado paga tanto aluguel, permutar com uma construtora neste imóvel e receber em troca espaço para instalar as repartições públicas e deixar de pagar aluguel. Uma questão de gestão, a prefeitura que é titular do terreno da Acampamento feita a avaliação, legislativo autorizou quatro milhões, não apareceu ninguém, agora recentemente aconteceu o segundo por 3,2 milhões, pelo que se sabe não teve pretendentes, será difícil a venda pelo autovalor. A Prefeitura e Câmara devem agilizar já que temos instituições que querem construir seus espaços, reativem o imóvel, cedam por algum tempo com isso o crescimento não para. Estão da arquidiocese local, a parceria com o Sicredi na Av Rio Branco, transformou-se. Estão lembrados o Sicredi nas Dores parceria com a Escola Francisco Lisboa, o quanto o banco beneficiou a região, não pode faltar visão futura, bom senso e cumprir as formalidades legais, os interessados “cutuquem” executivo e legislativo para que as coisas aconteçam com rapidez. Se os próprios agentes financeiros que financiaram imóveis e pela inadimplência eles voltaram para o agente, agora fazem de tudo para vender, e estão conseguindo, é assim que se administra, mesmo com a lei deve ser o setor público. Na foto a calamidade da parada de ônibus da Rua Acampamento que todos os dias alguém acaba tropeçando pelo desnível da calçada. Alguns imóveis que são do Poder Público a burocracia faz com que os projetos, os leiloes pelas altas avaliações acabam não tendo mercado, são inúmeros casos.

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Publicado originalmente na Edição 1255 · 3 de Janeiro de 2019
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