A música como lenitivo
Existem várias formas de melhorar a qualidade de vida das pessoas, dentre estas, por meio da música. Nesse contexto desponta um novo mercado, especialmente para o musicoterapeuta, uma profissão nova, mas tendo o campo de trabalho em expansão. Trata-se de um profissional que usa a música – musicoterapia - e seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) , para promover a reabilitação física, mental e social de indivíduos ou grupos em várias dimensões. Assim sendo, a musicoterapia é uma ciência que tem como objetivo melhorar a qualidade de vida das pessoas, desenvolver potenciais ou restabelecer funções físicas, cerebrais ou sociais. Vale dizer que, esse trabalho pode ser desenvolvido de forma multidisciplinar e em conjunto com outras ciências, como a fonoaudiologia, terapia ocupacional ou fisioterapia. Algumas instituições de ensino superior oferecem a graduação em musicoterapia. Outra possibilidade é fazer uma graduação na área da saúde e, depois, uma especialização em musicoterapia. O currículo do curso se baseia em duas áreas, na música e na medicina. Assim, é importante que o profissional domine instrumentos harmônicos (piano ou violão), melódicos (flauta) e domine conceitos teóricos de música e canto. Já, o campo de trabalho também é amplo, ele pode atuar na área da saúde (hospitais, clínicas de habilitação e consultórios particulares), da educação (creches e escolas), social (projetos sociais, instituições filantrópicas, casas de repouso) ou na organizacional, em empresas. No RS, por exemplo é possível graduar-se em musicoterapia, em Faculdades EST, em São Leopoldo.