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Santa Maria, Quinta-Feira, 7 de Junho de 2018 - Ano XIX - Edição 1225 - R$ 2,00
EDIÇÃO 1225 CIDADE 7 de Junho de 2018
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Ecologia e Meio Ambiente

Cidade: meio ambiente ecologia
[ Foto sobre Meio Ambiente e Ecologia ]
Arquivo: Material publicado na Edição 1225 do Jornal A Cidade.

Devido à necessidade de se discutir e refletir os problemas ambientais que o Planeta Terra vem sofrendo ao longo dos tempos foi criado no dia 05 de junho de 1972 o Dia Mundial da Ecologia. A datafaz referência à “Conferência de Estocolmo” que é um importante evento criado pela ONU (organização das nações unidas), onde diferentes nações discutem formas de preservação do Planeta. Neste dia comemora-se também o dia Mundial do Meio Ambiente. Entre os principais temas discutidos durante o Dia da Ecologia ou do Meio Ambiente, destaca-se: a poluição do ar, do solo e da água; o desmatamento; a diminuição da biodiversidade e da água potável; a destruição da camada de ozônio e das florestas; a extinção das espécies animais e vegetais, e a sustentabilidade. Muitas escolas e instituições reservam esta data pararealizar atividades recreativas e dinâmicas que estimulem a reflexão. O que uns chamam de crise ecológica é consequência da ambição humana, para tanto a preservação dos recursos naturaisé de suma importância. O meio ambiente tem o poder superior de comando, ele é rigoroso, se os executores cumprem a lei e muita vez prejudica o empreendedor. Legislação referente a este assunto, sempre está em pauta. O que está faltando no Brasil é cumprir a lei em si, mas o bom senso e o caso a caso devem ser discutidos e de um bom termo chegar a um acordo para desta forma não prejudicar ninguém. É evidente que quem ultrapassar as fronteiras, deve ser punido e as últimas estatísticas comprovaram que o meio rural é o que mais preserva o meio ambiente. Dentre os cursos de maior ênfase é o de Engenharia Ambiental, na UFSM ele é um dos mais modernos, mas já formou profissionais que estão em atuação. Agora, como seria a solução para os arroios que cortam a cidade, que se não forem canalizados as parcerias público-privadas continuarão do jeito que estão e o mau cheiro é insuportável. Levando em conta que nas suas margens residem proprietários e pessoas humanas. Se a lei proíbe a canalização, nesses casos deveria conceder. E o setor público não tem capacidade financeira para construir obras desta envergadura, pelo menos no momento atual. PROJETOS EM SANTA MARIA: A cidade beneficiada pela arborização das sangas e arroios que atravessam de ponta a ponta, visitamos um na Rua Appel entre a Presidente e a Medianeira, a quantidade de água ali circulando, o mau cheiro o esgoto impressionou o que vimos, ali indica a quantidade a quantidade de redes ligado com água fluvial todos em direção ao Cadena. Neste percurso lá no passado pelos moradores canalizaram por conta própria, resolveram o problema, mas continuam os problemas. Pelas novas leis não pode ser mais desta maneira, qual seria a solução? E verbas para investimentos? A Prefeitura está com projetos que agora com “POUPA TEMPO” deverá ser tudo rápido, convidando a comunidade para adotar praças e avenidas e quem sabe lá as sangas também. Mas como se sabe no Setor Público os projetos são devagar, também projetos estão em estudos quanto a destinação do lixo e seu aproveitamento. E recentemente na Camara a Comissão do Meio Ambiente tratou também dos resíduos e de outros ingredientes que produzem lixo.

COM FOTO CADENA

Publicado originalmente na Edição 1225 · 7 de Junho de 2018
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