Editorial
Essa pauta quando escrevo me realizo! O positivismo enaltece o ser humano pelo quanto ele trás benefícios, vamos deixar os fatos do passado para que a história registre a forma como aconteceu, e os arquivos ficaram a disposição para quem tiver interesse tomar conhecimento. Nunca imaginamos a vingança, alguém nos lesou, nos iludiu, levou bens materiais pode até ele ter tido momentos de grandeza, de status e felicidades. O quanto o poder fascina, o quanto em nosso país foi planejado por grupos evidentes, que depois de três anos ainda surgem desvios e corrupção. Homens públicos representantes do povo, um ganho fácil, boa estrutura pública é igual um filho que recebe uma herança pronta, mergulha na felicidade quando se dá conta tudo terminou. Apenas para o leitor refletir comigo, o poder que tinham os condenados hoje na prisão em Curitiba e outras partes do país, sentindo-se fiscalizados pelos agentes penitenciários. Valeu a pena? E o mais grave é que a maior parte acreditava nas suas ações e por trás tanta sujeira. Passados os vinte anos do Jornal A Cidade, nada vai mudar a nossa pauta será sempre a mesma, positiva, quero destacar hoje dois pontos básicos. a)Ações Públicas: A falta de preparo dos gestores como diz um amigo não podia ser diferente, eles são políticos e não empresários. Não sofrem para buscar recursos, só que o desgaste do empreendedor cria nele o desanimo até de não levar adiante os seus projetos basta alguém querer abrir uma empresa, recorrer ao setor público que vai sentir na pele a burocracia, a falta de conhecimentos e decisões de alguns setores. Basta vermos o cumprimento das leis municipais, por que não funcionam? Quantas existem sem qualquer operacionalidade, por falta de execução. Qualquer projeto público vem àquela frase, 120 ou 200 dias para ser despachado, e quando se trata de obras publicas é muito mais grave. É só cuidarmos a saúde, o transporte escolar que é primordial até para cadeirantes, a burocracia impede agilidade. Por favor, recorram à cidade e vejam o quanto de desperdício publico temos, e o quanto há para ser feito, aqueles projetos de calçamento de ruas, bairros, nunca foram terminados tudo é a mingua, se não houver intercessão politica no local, entra no esquecimento, tudo gira em torno de Brasília e lá se favorece aos parceiros. Igual o governador há poucos dias, pelos novos PM’s só vai designá-los para as cidades que são parceiras, ele disse ao vivo pode? É dando que se recebe, mas são Francisco não os abençoa; b) Ações particulares ou iniciativa privada: Sem qualquer comentário, a família Moreira e apoiadores, prepararam um projeto para reformar e reativar a escola da Vila Jardim Berleze fechada a mais de dois anos. A alegação pública é que faltam alunos, em poucos dias reforma no colégio, mobilização de voluntários e aconteceu a inauguração. Até banda de música comemorou o ato, é só um dos tantos exemplos que acontecem em nosso município. As casas que acolhem os idosos é bom refletir o quanto a iniciativa privada faz e as mantém, tudo é rápido e eficiente, os clubes de serviço locais em suas campanhas com agilidade, o voluntariado que no seu segmento de fé mantém as estruturas das igrejas e os salões paroquiais, e assim por diante. Por que deve ser desta forma? Tanta diferença no trabalho e ações públicas com a iniciativa privada será que se o povo votar num empresário com tanto cooperativismo público e aliados ele vai conseguir mudar? Como disse o diretor das lojas Riachuelo pré candidato a presidente “- É preciso cortar a maquina pública e distribuir o bolo”. Mas num país que um deputado no cargo de ministro desafiou o STF por ter negado o Indulto de Natal para os que praticaram crimes de colarinho branco, e ao vivo na mídia ainda usou espaço, é uma desobediência, um desrespeito com o cidadão que representa o povo. O país que mergulha nesse sentido, onde ilustres homens públicos são investigados e condenados, negam e querem ainda serem protegidos. Precisamos de mudança a começar nas ações públicas.