Plano diretor municipal
Eles está sempre em evidencia, 1998 ano que o jornal começou a circular, já haviam manchetes sobre esta pauta, vieram algumas alterações, mas sempre veio de cima para baixo, e não pode ser assim. A comunidade em todos os segmentos tem que manifestar, o custo de um terreno para qualquer construção na região central, tem valores elevadíssimos bem como nas margens das rodovias, por isso é necessário ouvir profissionais do setor para obter um maior aproveitamento possível. Quantas obras deixaram de ser construídas pelas normas do plano diretor, pelos empecilhos do meio ambiente, deve haver bom senso, dialogo e entendimento, sempre deve vencer o empreendedorismo, quem não está acompanhando o interesse da Havan, em vir para Santa Maria abrir sua loja, mas pelas normas sindicais comercio e mercados, não abrem feriados e domingos. Pode? Uma minoria manda na cidade, como é o caso lá de Brasília um homem só com a caneta, prolata uma sentença que abrange o país todo, e sabemos que todos nós carregamos a nossa ideologia, mas a principal empreendedora. O projeto que esta na mão de vereadores com inúmeras emendas, novidade, deveria estabelecer liberdade de comercializar, abre e fecha quem quer, mas que venha junto a regulamentação, e tenho certeza que o bom senso do vereadores, para que a construção civil possa obter maior aproveitamento dos imóveis, e com isso reduzir os valores de mercado. Fiquem atentos e apostem para que o Parque Itaimbé seja reinventado, bem como o local de eventos festas e feiras sejam construídas no grandioso espaço da antiga Garie, que a mais de 20 anos espera investimento, mas falta gestão pública. O setor empresarial tem sede para investir principalmente na noite santa-mariense. Bem vindo um moderno e pratico, sem burocracia, o plano diretor municipal, e mais uma ressalva que inclua junto as estradas do interior. COM FOTO