Editorial
• Não falo em mim, mas busco sempre o lado positivo, a valorização, zelar pelo que é meu e o patrimônio público. Procuro semear posturas e ações com ética e imparcialidade, para que alguém que esteja em sentido contrário possa aproveitar. • Chegamos em 01 de março, 58 dias de 2018, passaram rapidamente e aquela esperança do final de ano continua e permanece em todos nós, mas conjuntura politica social, responsabilidade, moralidade, serviço e não emprego são a continuidade, e outros fatores do ano passado em nada melhorou. • A autoestima que estou conclamando nesse inicio de mês é a volta dos que estavam em férias, os que virão para estudar ou para morar, voltamos a ter a normalidade de nossa cidade. São duas cidades, uma de dia movimentadíssima e outra a noite por toda a parte, pelo que oferecemos, principalmente a juventude ela se transforma. E como podemos trabalhar na conquista da autoestima? • Daquela juventude sem compromisso, viciados nas redes sociais, que não estudam, não leem e não escrevem, fazem tudo para conseguir um emprego para ter estabilidade, direitos, mas não deveres. É neste grupo que precisamos investir, mas que eles também ouçam os mais idosos, as palavras positivas, e passem a formar uma cultura da autoestima para si, e para a cidade que os acolhe. Principalmente, a conscientização na via pública, na limpeza, na colocação do lixo, e outro lado negativo para alguns é beber ou utilizar produtos que com o tempo tornam-se dependentes, ou até mesmo dirigir com sintomas de embriaguez. O esforço dos adultos, na família na escola e no trabalho, mas quem está no caminho errado, deve renunciar muitas vezes algumas virtudes que só os prejudicam e escolher o lado bom. Assim, poderão formar uma autoestima e dela tudo vai ser produzido e encaminhado para que cada um atinja seus objetivos. Recentemente, a mídia mostrou um jovem cujo pai é professor dedicado na matemática, aprovado no vestibular em cinco universidades melhores no Brasil, uma delas ele vai escolher, alguém deve ter acompanhado a sua entrevista e suas palavras, a dedicação para o estudo. • A autoestima se adquire com responsabilidade, conscientização em zelar pelos seus bens, mas também pela via pública e pelos bens públicos, quem consegue ter uma postura em casa e outra na rua? Nossa cidade precisa muito que as pessoas meditem o quanto podem fazer para que tenhamos uma cidade, que todos nós queremos. É necessário produzir uma cultura do bem, das ações positivas e acima de tudo, parcerias e o diálogo entre a comunidade. • A autoestima que estou focando tem origem nos 20 anos do Jornal A Cidade, os 17 do Programa A Cidade, mas trago comigo a disposição, a pontualidade, a ética, imparcialidade, e não cabe a mim dizer que sou honesto como fazem alguns, principalmente os políticos. É a comunidade que vai julgar o seu trabalho, o seu modo de ser, produza que o resultado virá. É igual o trabalhador ele é humilde, trabalhando com amor e dedicação, não fica esperando o salario nem a hora de ir embora, ganhando confiança, ganhando promoções, isso chama-se conscientização e responsabilidade. Por estarmos no inicio de março a prefeitura deveria promover ações positivas, acima de tudo para limpar e consertar as ruas da cidade, buscando parcerias que na certa não irão faltar. Eu convido para que no dia 17 venham ao Jornal A Cidade, para comemorarmos modestamente os 20 anos de circulação, e o principal a sua solidariedade com os trigêmeos, bem vindo março de 2018, mês da mulher e do movimento de 1964, entre outras datas importantes.