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Regularização fundiária

Nesse período a prefeitura municipal vem cobrando IPTU e milhares de contribuintes pagaram a cota única e outros parcelaram. É a principal receita do município, como é caixa único ela serve para todos os segmentos, igual aos demais executivos. O cadastro imobiliário municipal é menor do que o número de veículos que circula pela cidade, no entanto, se houvesse menos burocracia e mais agilidade em todas as áreas invadidas a regularização fundiária, agora juridicamente criaram um mecanismo ou seja, a concessão do título de uso, em que a pessoa não pode vender legalmente, mas não faltam compradores pelo contrato de gaveta e por ser uma invasão irregular a prefeitura não pode cobrar IPTU e nem multar quem ali está construindo até prédios. É uma situação delicada, vejam, por exemplo, recentemente vem sendo entregues a concessão de uso para 4,2 mil famílias da Nova Santa Marta, dá para imaginar o que vai entrar para o município de IPTU. E quem lá residia reclamava das ruas, do esgoto e da falta de manutenção por parte da prefeitura, mas se ela não recebe seu IPTU como vai atender ao local. No entanto, não sei qual foi o caminho que a Corsan e a RGE fornecem luz e água e cobram mensalmente sua taxa. Já que a prefeitura está trabalhando nisso é preciso regularizar tudo o que temos por aí e quem está de posse sente-se orgulhoso em ter em sua mão um título de propriedade, pois significa a valorização do ser humano. A prefeitura deve montar uma estrutura capaz de agilizar e buscar essa receita que é tão importante para investir no município.

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