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OBSERVAÇÕES DA VIAGEM A SANTA CATARINA/PARANÁ E CURITIBA:

Estou de volta, mas quanto tempo faz que não viajava a passeio, é gratificante o que vi, o que se vê lado a lado das rodovias, a BR 151 Santa Maria à Cruz Alta é uma calamidade. A BR 287 Santa Maria a Santa Cruz do Sul, cuide-se e cuide a noite. Operação tapa buraco: Trabalhadores com carrinho de mãos carregados, tapando os buracos, por que tem que ser assim o setor público?! No entanto, a riqueza na região de Cruz Alta, Tapera e Ibirubá, lado a lado, homens prontos para o trabalho: trabalhadores, máquinas preparadas, tudo muito ótimo. Quem conheceu Cruz Alta a Passo Fundo no passado e vê hoje, impressiona-se pelo que produzimos no nosso estado. E dali até Curitiba vimos uma riqueza produtiva, as estradas são tapetes, principalmente as nossas. Por que deve ser diferente lá do que aqui. Maior representatividade política. Mas os dois estados catarinense e paranaense, as rodovias convidam as pessoas a viajar e observar a riqueza do Brasil em produtividade. E na grande Curitiba está surgindo investimentos no vinho, turismo e gastronomia, assemelha-se a Bento Gonçalves e Gramado. Quantos contratempos, mas quantas coisas boas.

OS PEDÁGIOS: Tudo é no Brasil, só que os preços são diferenciados. Em alguma parte do nosso estado é 7 reais ou menos, no Paraná é 15 ao chegar. Na BR 101 conhecida por todos nós, o primeiro pedágio em Florianópolis, está 3,90. Até Osório foram construídas mais três pedágios. Na mesma rodovia. E na BR 386, de Tabaí a Carazinho que agora é privatizada está 4,70. Não consigo entender essa diferença e o nosso aqui é 7 reais. Me disse alguém no caminho que daí assim não gerava emprego e nem serviço com as empreiteiras, durma com tanto barulho. Tudo Brasil! É só olharmos a Brasília o que acontece, um quer mandar no outro, mas os próprios parlamentares, talvez falta de visibilidade ou gestão pública.

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