Gastronomia

Gastronomia – Edição 1326

O espeto corrido: éramos felizes no passado com tantas churrascarias, carne à vontade, aí nasceu o buffet livre para amenizar os custos. E não aqui, mas nas grandes cidades algumas sobreviveram, mas um rodízio passa de R$ 150 por pessoa e pelo preço da carne que chega ao consumidor em vista da exportação ele está elevado. Na certa teremos mudanças de hábitos, o bom churrasco em casa só aos domingos, a tendência é aumentar o consumo de aves bem como do peixe que não temos o hábito apesar de ter uma grande produção local. E de março a maio na Lagoa dos Patos abre a safra de pesca do camarão e quem aprecia esse produto enfrenta altos valores no litoral. A esperança é de uma grande safra e assim mesmo não reduz o preço. Mas ficamos por enquanto com as churrascarias, de tantas que tivemos, entre outras a Tertúlia se mantém há mais de 30 anos com seu rodízio de churrasco e as inovações introduzidas no restaurante no bairro Dores ao meio-dia e à noite. Segundo Jaime da Tertúlia e o gerente da Bovinu’s os pedidos para levar para casa na pandemia aumentaram extraordinariamente principalmente aos domingos e quando chega visita.
Melancia: por toda parte encontramos, produção regional e grande parte vem da região de Montenegro. Cuidado no comprar para que não esteja exposta no sol. E na semana nos deparamos com um caminhão carregado de melancias, fazia tempo que não encontrava um veículo com tamanha carga.
Uva: a safra por aqui será rápida, mas estamos no topo. É gostosa, apesar da estiagem produziu bem e a referência para nós aqui é a do fundo de quintal ou da região de Val de Buia. Um produtor traz sua produção para o Feirão Colonial aos sábados.
Bergamotas: floresceu e já visivelmente encontramos as frutas verdes. Pelo que sinaliza teremos uma excelente safra de bergamotas.
Suco de uva: o que não falta nos mercados, além de outros sabores, mas quem vem de Camobi na 509 encontra ali um prédio em que está a exposição de venda da Vinícola DallaCorte com produção própria. Professor da UFSM especializou-se no setor. O suco é 100% integral.
Caminhão do Peixe: com datas previamente agendadas já está percorrendo a cidade, mas geralmente nas sextas-feiras está na Praça dos Bombeiros, no sábado no Feirão Colonial da Heitor Campos, na T. Neves ou em Camobi. É necessário criar o hábito de consumir peixes.
Milho verde doce: quem não o conhece? Cultivado em Três Barras no nosso interior. Enquanto durar o estoque tem aos sábados no Feirão Colonial. Prove para saber o sabor deste milho, segundo o produtor o custo da semente é elevadíssimo.
Mamão: fotografamos esse pé com essa carga, mas ele não prospera. Porque será é o terreno, o clima ou outro? Aguardamos técnicos para nos orientar sobre o que fazer. E o que consumimos hoje atravessa o Brasil e chega aqui ‘daquele jeito’.
Casa do Pastel: da Niederauer foi fechada, fortaleceu-se na Angelo Bolson. Além da Casa do Pastel ainda tem as opções Stan Burguer e A Merenda que fazem parte do complexo gastronômico.

Restaurante Minuano: O casal Luiz Carlos e Eliane Brum escolheram a Avenida Hélvio Basso, em vista do crescimento do local no setor empresarial e com isso de segunda a sábado com um cardápio renovado todos os dias prepara o pedido e faz a entrega no local solicitado. O casal está feliz pela procura, pelo avanço e consolidação nesse segmento já que trabalham há mais de 30 anos no ramo da alimentação, quem não lembra do Restaurante da Estância do Minuano. No novo endereço em frente ao Maxxi Atacado o cardápio variado traz na quarta bife à milanesa, na sexta a la minuta e no sábado churrasco tradicional do restaurante. Na foto, Luiz Carlos e Eliane, e seus colaboradores.

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