Edição impressa

Do produtor ao consumidor

Quem não tem o prazer pela manhã cedo de segunda a sábado em algum ponto da cidade de encontrar feirantes para comprar o que precisa para seu consumo. São produtores e essa geração vem de pai para filho há dezenas de anos, é só ouvir as histórias de cada feirante e eles vão inovando. Se o arroz, o feijão, o trigo, o milho e a pecuária são o carro chefe do agronegócio, a agricultura familiar também está conquistando seu espaço. E o Feirão Colonial criado há quase 30 anos pelo saudoso Dom Ivo com o Projeto Esperança entregue a Irmã Lourdes que comanda esse empreendimento e todos os sábados o terminal na Heitor Campos tem intenso movimento, inclusive agora na pandemia respeitando todas as regras e normas existentes. Valoriza a produção, quem planta e quem consome e assim deixamos de importar. E com essa produção quantas famílias conseguiram encaminhar seus filhos até nos cursos superiores. É bom destacar a variedade do que é comercializado nas feiras.

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