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Dia do trabalho

Relembra uma greve realizada em Chicago em 1º de maio 1886 em que os trabalhadores reivindicavam melhores condições de trabalho e principalmente a redução da carga horária de 17 horas para 8 horas. Essa conquista encoraja outros trabalhadores pelo mundo a irem em busca de seus direitos, ganhando códigos de trabalho e até sendo sancionados na Constituição.

No Brasil: tudo começou a partir de 1933 na gestão Vargas, quando foi criado o Ministério do Trabalho e com isso dando aos trabalhadores direitos e deveres, inclusive às mulheres que puderam votar. E a primeira CLT foi lançada pelo governo federal em 1º de maio de 1943, remendada como acontece com outras leis brasileiras, códigos civil, penal e outros tiveram uma longa existência superior a 50 anos. Constata-se assim o conteúdo e conhecimento dos legisladores daquela época. Hoje a lei é sancionada e no dia seguinte já vem alterações a mesma. Mas no Brasil avançou, no segundo governo Vargas começou a turbulência com as manifestações e greves reivindicando direitos e prosperando. O dia mais trágico foi o suicídio de Vargas em 1954. E a partir daqui até 31 de março de 1964 só quem conheceu a Cooperativa dos Ferroviários local que corresponde hoje ao shopping, bem como a indústria de vagões a maior da América Latina. Tudo acabou graças aos direitos de alguns e poucos deveres. Olhamos no momento a situação bancária, a desculpa é que a tecnologia causou o desemprego e o varejo passou para as lotéricas. O sindicato é importante quando trabalha em conjunto com o patronal, lamentável no dia 20 deste mês só as 18h que o sindicato patronal e dos trabalhadores do comércio decidiram que as lojas poderiam abrir no dia 21, sendo que o comércio fechou às 17h, por isso o fracasso do feriado do dia 21. Dada a realidade atual, a crise governamental, a falta de dinheiro, a falta de arrecadação, não tivemos produção, o que vem pela frente é notório o desemprego como já registramos. Aí o trabalhador fica na ânsia da cesta básica, do auxílio governamental e ainda correntes do país querem penalizar o setor empresarial para ajudar a pagar a conta pública, mas até o presente desta edição nenhum movimento foi lançado no Brasil para cortar despesas da máquina pública das três instituições que consomem bilhões que têm origem nos impostos que pagamos. E ainda o executivo faz o repasse para o legislativo e o judiciário, e este ainda tem parte da receita das taxas que se paga no judiciário nas custas processuais e nos serviços cartorários que são elevadíssimos. Um 1º de maio que começa amanhã, Mês de Maria e das Mães e do aniversário da cidade. Todos fiquem em casa sem nada a festejar, só quem tem um emprego faça tudo para mantê-lo e sempre negocie com o patrão, porque a quem está desempregado os sindicatos desaparecem. Só para recordar o potencial da Cooperativa dos Ferroviários, a nossa Vila Belga, éramos felizes e não valorizamos talvez pela indução de lideranças que não buscam a paz, a tranquilidade e o progresso, só direitos. Os últimos governantes após estudos, debates com todos os partidos e juristas alteraram a CLT do passado trazendo direitos e benefícios e o principal ponto sempre a negociação entre empregado e empregador, inclusive recentemente mais uma vez a justiça decidiu que nos acordos da Reforma Trabalhista que não previa a presença do sindicato e estes recorreram ao judiciário e o STF deu sinal verde, não é necessária a presença do sindicato no acordo entre empregador e empregado. O que facilitou para ambas as partes, é necessário a confiança já que nosso país precisa tanto do setor empresarial e vão se dar falta agora no final do mês e no próximo com a baixa arrecadação de impostos fazendo falta para manter a máquina pública.

APOIO: Vidraçaria Miragem, CFC Padre Reus, Construtora Jobim, Pampeiro, Expresso Medianeira, AM Brum Funerária e Assistência Familiar Angelus, Desinservice, Sislimpa, Sicredi, Casa do Pastel, Bella Vista Supermercados, Floricultura Yamamoto, Sercimaq, Labivida, Pozzobon Agropecuária, Auto Ivo Multimarcas, Churrascaria Bovinu’s, Restaurante Estância do Minuano, Mecânica Manfio, Irmãos Bissacotti, Sucessu’s Tecidos e Malhas, Agafarma Camobi, Beltrame Casa Completa, Sibrama, Aguativa, Redemac Potrich, Tiane Jóias, SM Fibras, Santa Catarina Transportes, Mecânica Medianeira Randon, Vigilare, Madeireira Cerrito, HCAA, Duque Auto Posto, Coopaver, Unimed, Moinho Santa Maria, Loja Safira, Frazzon Iluminação, Restaurante Vera Cruz, Ponto das Pedras, Multipress, Posto São Marcos, Guigu’s Gás, Travelmix, SIM (ATU), Casa do EPI, Marcenaria Tropical.

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