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Chama Crioula

Surgiu em 1947 quando foi aceso o primeiro candeeiro crioulo no dia 7 de setembro. Por solicitação de Paixão Cortes e outros estudantes do Colégio Júlio de Castilhos, em Porto Alegre, a Liga de Defesa Nacional permitiu a retirada de uma centelha do Fogo Simbólico da Pátria para ser transformada em Chama Crioula, como símbolo da união indissolúvel do Rio Grande do Sul à Pátria Mãe, e do desejo de que a mesma aquecesse o coração de todos os gaúchos e brasileiros, até o dia 20 de setembro. Esses jovens haviam criado um departamento para preservar as tradições gaúchas e o campeirismo do estado. E a Chama Crioula representa para o gaúcho e o tradicionalista o reconhecimento pela história e trajetória social. Anualmente em agosto a chama é acesa e distribuída para representantes das regiões tradicionalistas para ser levada a seus municípios e entidades ficando sob guarda até o dia 20 de setembro quando é extinta. Nesse ano, devido ao período que vivemos o acendimento da chama crioula foi cancelado pelo MTG e transferido para 2021, sendo mantida a cidade de Canguçu como sede. Algumas entidades buscaram a Chama e fizeram o acendimento em suas sedes para simbolizar e vão realizar atividades cuidando as normas dos decretos. Na foto o coordenador da 13ª RT, Paulo Roberto Simon.

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