CRUZ VERMELHA
O dia 8 de maio é a data marcada para relembrar os grandes serviços, que apesar das dificuldades enfrentadas, são oferecidos para a comunidade. A origem da Cruz Vermelha começou através da iniciativa do suíço Henry Dunant, que ajudou soldados feridos na Batalha Solferino, em 1859, com mais de 40 mil combatentes feridos. Ao retratar tamanha destruição, pediu ajuda aos políticos da época para que fossem oferecidas medidas de proteção aos sobreviventes da Guerra. No tratado, ficou firmado de que todos os exércitos deveriam cuidar dos soldados feridos após as guerras e que fossem criadas sociedades nacionais que ajudassem os serviços de saúde. Foi então que em 1963, era criada a Cruz Vermelha na Europa, um comitê para ajudar refugiados de guerra, soldados feridos, prisioneiros, ajuda vítimas de catástrofes e desastres da natureza. Grande parte da equipe é composta por profissionais da saúde. Depois, essa iniciativa se espalhou para outros países, inclusive aqui no Brasil e em nossa cidade. A entidade sobrevive com doações, feitas por governos que apoiaram o Congresso de Genebra, na Suíça e também por órgãos públicos ou privados. Todos que nela trabalham atuam de maneira voluntária. No Rio Grande do Sul, há uma sede oficial da Cruz Vermelha em Porto Alegre e sete filiais espalhadas pelo estado e Santa Maria é uma delas. Por aqui, a Cruz Vermelha existe há 17 anos e está na Rua Duque de Caxias, nº 2784, no bairro Medianeira. Sem sede própria, paga aluguel à Prefeitura para usar a estrutura, além do estacionamento das viaturas – são três no total, sendo uma ambulância. O presidente é Gilberto Machado e conta com 60 voluntários para oferecer serviços de saúde em regiões precárias, educação comunitária e socorro às vítimas em casos de tragédia ou desastres, como vendavais ou enchentes. Segundo o Conselheiro Nacional da Cruz Vermelha, Ronimar Costa dos Santos, a sede da nossa cidade sobrevive com recursos escassos, já que recebe poucas doações e os cursos de capacitação são a maior fonte de faturamento atualmente. Sobre o dia comemorativo da Cruz Vermelha, Ronimar não sabe se terá algum evento relativo a data. Isso porque a Praça Saldanha Marinho, que costuma ser palco das iniciativas, está ocupada pela Feira do Livro. Além de ajuda em dinheiro, a Cruz Vermelha aceita doações de materiais que podem ser utilizados em situações de resgate. Para ajudar, visite a sede ou entre em contato pelo telefone (55) 3027-4510.
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