Fogão a lenha em alta
A lenha queimando e a fumaça saindo dos canos aumentou consideravelmente, nas casas indicando a volta de um dos utensílios mais úteis em uma oczinha, o fogão àlenha. Ele que andava meio esquecido, mas com dias de inverno rigoroso nesse ano, ressurgiu com força, seja para esquentar o ambiente ou promover um sabor diferente aos alimentos. O certo é que quem tem não dispensa e quem não tem sonha com um. Segundo o gerente, Juliano da filial 423, do Magazine Luiza, a busca pelos modelos 1 e 2, e as vendas ocorrem, em 90% de pessoas da terceira idade, tendo como principal motivação a de ‘esquentar o ambiente’. A afirmativa se confirma, com a vendedora Simone, da filial 46, da Deltasul. Segundo ela, as vendas registram dois a três fogões por dia, “a loja não passa um dia sem vender”, resume. Os novos modelos de fogões de lenha chamam a atenção pelo designer, em cores e estampas floridas. Já, o preço variam, a vista e nas condições a prazo, vale a pesquisa e a busca da melhor oferta. Origem: Os fogões são mais antigos do que se imagina. Suas primeiras formas surgiram ainda durante a Idade Antiga, quando o homem deixou de ser nômade e passou a controlar o fogo. A história relata que, o nome primitivo dado pelos índios timbiras e guaranis ao fogão a lenha que utilizavam, era ‘Tucuruba’. Nesse artefato,o fogo era feito em um buraco construído diretamente no chão, protegido por algumas pedras. Um pouco depois dessa época, o homem começou a fazer e a utilizar fogões de barro e metal, que até hoje podem ser encontrados em chácaras e algumas casas do interior do Brasil. É o conhecido “fogão caipira” ou “fogão à lenha”.Com os avanços da Revolução Industrial, passou-se a explorar novas formas de geração de energia, como o carvão, o petróleo, entre outras. A partir daí, foram desenvolvidos fogões bem mais modernos e parecidos com os que temos hoje em dia.