Reconhecimento ao Comerciante
O termo “comerciante” surgiu em meados de 1850 para identificar aquele que praticava o ato comercial de compra para uma posterior venda. Entretanto a figura do comerciante foi extinta com a edição do Código Civil de 2002, substituindo-a pelo empresário e o Código Civil o define como aquele que “desenvolve atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou serviços”. O Dia do Comerciante é comemorado no dia 16 de julho, que surgiu a partir da criação da Lei nº 2.048, de 26 de outubro de 1953, que homenageia o nascimento do Visconde de Cairu, o Patrono do Comércio Brasileiro. Toda pessoa que deseja ser comerciante, carrega consigo um dom comercial. Pois ela elege o segmento que melhor lhe convém e que se adapta ao seu estilo de trabalho para atender seus objetivos. O comércio pode estar relacionado com a economia formal que é firma registrada dentro da lei ou à economia informal que são firmas sem registros que não pagam impostos. O comércio informal traz muitos prejuízos ao país, pois clonam qualquer tipo de produto para a venda mais barata e isso resulta em altíssimos prejuízos. Em função do desemprego e da vontade trabalhar por conta própria, o número de empreendedores brasileiros só aumenta. Santa Maria nasceu tendo o comércio como sua principal atividade econômica gerando muitos empregos. E o empreendedorismo tem o comerciante como principal motivador e nos últimos anos houve muitos investimentos por toda a parte. Isso devido ao alto poder econômico local, que faz com que Santa Maria seja desejada por empreendedores de toda a parte do país. Um exemplo disso são as inúmeras redes que se instalaram ao longo do tempo na nossa cidade que competem com empresas antigas e originais, que hoje não passam de uma dezena. Em conversa com Marli Rigo, Presidente do CDL local, ela afirma que: “ser empreendedor hoje em dia não é uma tarefa fácil, pois a alta carga tributária do país prejudica muito nas vendas e Santa Maria precisa reconhecer que o empreendedor tem um importante espaço de retribuição ao município.” Ela ressalta ainda que o comércio de bens e serviços é o setor mais importante na matriz econômica da nossa cidade, pois reverte mais de 80% do PIB e gera mais de 80% de empregos.” Ainda de acordo com Marli, ela diz ainda que o comércio informal, que é muito forte na nossa cidade, precisa ser legalizado ou extinto, pois ele não gera economia e só leva. “Todo mundo tem o direito de trabalhar, mas é preciso seguir as leis.” Finaliza. Contudo, nos dias de hoje, com as adversidades existentes no mercado, é preciso ter coragem e resiliência para investir seja qual for o setor. Parabéns a todos aqueles que com sua vontade, determinação e dedicação fazem a máquina pública andar. Comerciante, todo o ser humano tem no seu íntimo a parte comercial e recentemente a Cacism junto a outras entidades, como faz anualmente, homenageou vários segmentos, inclusive o Comerciante do ano. Aplaudidos pela comunidade, pelo quanto representam em termo de desenvolvimento em nosso município.