Editorial

A esperança, em 2021

1º Todos nós devemos agradecer o dom da vida, para quem teve essa graça de suportar a pandemia e a vida continua, mas, jamais esquecer os antepassados e o que tivemos em 2020.
2º A esperança, em todos os sentidos, mas ela vem respaldada pelo amor em tudo que se vai fazer. Nas missões que foi incumbido, dê tudo de si, sempre valorizando o seu trabalho e quem está ao seu redor.
3º Nunca perder a esperança, mas devemos ter a consciência de que o coronavírus veio para impor limites e, na certa, jamais teremos tanta bonança como tivemos no passado. Vamos construir um novo mundo com ética, trabalho, respeito às pessoas, ouvir as opiniões dos mais velhos, carregar sempre a humildade, o bom senso e dar um fim na ganância que tanto tenta as pessoas. Que tenhamos o suficiente para viver e sempre que puder invista para dar oportunidade aos outros para que também possam atingir seus objetivos.
4º Quem não constatou a mudança de hábitos. Só não mudou o banditismo, ao contrário, aperfeiçoaram ainda mais. As pessoas de bem, aproximaram-se das famílias e passaram a valorizar ainda mais seus lares bem como integrar-se mais na comunidade. Os hábitos mudaram, alimentares, o modo de vestir-se, o comportamento de alguns na via pública continua raivoso, agitado, mas eles vão amadurecer. A mudança de hábitos é salutar, pois quem foi acometido pela covid-19 e que esteve isolado nos hospitais, traz de lá uma lição de vida que na certa deverá ser propagada em seus círculos de amizade e família.
5º Neste ano focamos na esperança que cada um consiga seguir seus passos, seus objetivos, mas nunca tropeçar e criar complicações com outras pessoas. Tentar ser agradável, comunicativo, objetivo e sempre usar o bom senso e resolver as pendências com diálogo e entendimento. Na certa, o seu viver será mais feliz.
6º Vamos seguir a mudança de hábitos presentes na família mais uma vez, na escola e na sociedade. Contribuir, quando é possível, de forma voluntária em projetos sociais. Tudo que você doar ou fizer, como diz o Gustavo Jobim “sempre tem o retorno”. Todos nós temos problemas, precisamos saber administra-los.
7º Vamos procurar seguir nossos passos e fazer o que você quer ou planejou para atingir seus objetivos, com dedicação e amor, nunca tentando lesar alguém, nem os seus próprios colaboradores. Dê seus direitos legais ao mesmo tempo em que cobre os deveres de cada um, sempre com bom entendimento.
8° O ano foi difícil, nem para todos, inclusive o Auxílio Emergencial ajudou bastante, inclusive nas campanhas eleitorais, para alguns candidatos. Não acostume como o Bolsa Família. Há tantas formas de ganhar dinheiro, na agricultura familiar, nos produtos caseiros, sempre há consumidores e assim nascem os grandes empresários. Vá em busca de seus sonhos, que eles serão realizados.
9º Abandone o ódio e a inveja, não tenha ciúmes dos concorrentes, quando alguém está melhor do que você, parabenize-o, pois ele teve maior gestão do que você. Mas, lembre-se, você também possui capacidade de atingir seus objetivos também.
10º Esse editorial em que caminho para a última edição impressa do Jornal A Cidade. Minhas opiniões estarão diariamente no meu site e Facebook (Roveda Valdemar). Quero retribuir o que aprendi nessa trajetória construída com trabalho e, aqui, há mais de 50 anos, sinto-me gratificado em poder opinar e, muitas vezes, estimular pessoas a mudarem seus modos de ser, agir e focalizar. Mas, digo a todos nesse final “nunca percam a esperança”! E nesse domingo, dia 17, comemora-se o Dia de Santo Antão Abade. Nesta edição uma síntese do Santo que está no morro da Caturrita há 173 anos. Peça a sua proteção.

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